Douro, 2015

 

“É o Douro, aflito num pesadelo, barrento e amarelo (…) apenas vejo as suas largas linhas espectralizadas, donde emana um vago e gélido terror, que é o próprio rio entremostrando ao nosso imaginar a escura lividez dos pegos mortos, síncopes de abismo em que gelam as águas torvas e medonhas.”

(Teixeira de Pascoaes – A Beira (Num relâmpago))